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| FOTO: PORTAL FUTEBOL INTERIOR |
O jogo foi marcado pela violência entre os torcedores no lado de fora do estádio, aliás é incrível como que a rivalidade entre pontepretanos, sãopaulinos e bugrinos em Campinas é muito grande do que deveria ser. Caso de polícia. Dentro de campo se esperava o que vimos, um belo jogo. A Ponte Preta tentou partir para cima na base da pressão no início do jogo e perdeu sua chance com Leandrão, como com time grande não se pode errar, logo em seguida Willian José abriu o placar para os visitantes. Com o passar do tempo foram aparecendo 2 problemas mais específicos para este jogo que ficaram escancarados: primeiro a ausência de Gian foi claramente sentida pelo sistema defensivo e o zagueiro já se mostra imprescindível na equipe titular. O outro ponto é o condicionamento físico precário da equipe com esta sequência de jogos, a Macaca parece que não conseguiu se preparar para um campeonato no ritmo como se mostra e não possui peças de reposição boas o suficiente para descansar aqueles que sentem mais.
Ficou claro também alguns problemas táticos que apareceram quando se enfrentou uma equipe de poderio técnico e tático como o São Paulo, lembrando que este será o nível de adversários a serem enfrentados na Série A. Primeiro a lentidão do miolo de zaga prejudica demais todo o posicionamento do resto da equipe, os laterais sofrem com coberturas lentas e o meio campo não sobe tanto ao campo de ataque para marcar porque a linha de defesa fica quase em cima de Lauro. Isto se resolverá com zagueiros mais rápidos, o que não sei se a Ponte tem no elenco, talvez Guilherme que é baixo. Outro ponto é que o time está marcando muito dentro do seu campo e um dos motivos é o citado acima, mas adiantar a marcação em alguns momentos do jogo é interessante e não pode ser deixado de lado pela Ponte. Contudo, não é porque perdeu que esta tudo errado na Ponte, ainda acho que está no caminho certo, mas derrotas como esta são mais valiosas do que vitórias como a que teve contra o Bragantino para equipes que querem algo mais do que participar de campeonatos, espero que a Comissão Técnica da Ponte saiba utilizar.
Já o São Paulo teve uma alteração tática na estréia de Jadson e Leão utilizou o 1-4-4-2 losangal que melhorou a equipe contra o Guarani na quinta feira. Gostei da equipe e principalmente de Cortez, foi um avião pelo lado do campo, e Lucas que com técnica e velocidade soube achar caminhos no campo para utilizar sua excelente condução de bola. Se mostraram jogadores de Seleção mesmo.
PONTE PRETA - MACACA CRIOU ENQUANTO TEVE FÔLEGO, MAS NÃO FEZ. DEPOIS NÃO CONSEGUIU JOGAR MAIS!!!
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| 1-4-4-2 LOSANGAL |
Kleina não modificou a equipe e utilizou o 1-4-4-2 losangal com Pimpão recuando bem no campo de defesa para fazer a marcação. No começo do jogo a equipe se atirou sobre o São Paulo e ficou bastante com a bola, mas não conseguia sair da forte marcação adversária, principalmente do volante Wellington, impecável na marcação de Renato Cajá. O goleiro Lauro teve Guilherme na direita, Wescley e Ferron ( ambos mal no jogo) e Uendel na esquerda formaram a linha defensiva. Xaves centralizado, João Paulo Silva e Willian Magrão ( se arrastou na etapa final e deveria ter saído ao invés de Xaves no intervalo) formaram o trio de volantes com Renato Cajá na armação de jogadas. Rodrigo Pimpão caindo pelos lados e recuando na marcação teve Leandrão como homem referência no ataque. Esta plataforma até era interessante porque estava semi espelhada com a do São Paulo, porém, o melhor condicionamento físico em itens como força e velocidade ficaram nítidos nesta situação.
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| 1-4-2-3-1 |
Perdendo o jogo, Kleina saca Xaves para entrada de Enrico modificando a estrutura tática para o 1-4-2-3-1. Confesso que temi que a Ponte pudesse ser vítima do que o Guarani fez com o São Paulo onde o 1-4-4-2 losangal sobrecarregou os volantes. Mas o São Paulo não explorou isto não, mas sim as laterais com Cortez e Lucas o que acabou potencializado pela lentidão da cobertura dos zagueiros e de Willian Magrão, que sobrecarregou demais João Paulo, por isto acho que a saída de Xaves, que é menos jogador que Magrão, mas esta mais inteiro fisicamente seria a melhor opção. Depois Kleina sacou Pimpão para entrada do jovem e rápido Rossi na direita com a clara intenção de coibir o apoio de Cortez, mas de nada adiantou. Cicinho entrou na vaga de Guilherme para também ver se a melhora no apoio parasse o são paulino, mas de nada adiantou.
DESTAQUE - Uendel manteve a regularidade, poderia ter ajudado mais a Ponte no apoio se tivesse cobertura adequada.
FIASCO - A dupla de zaga da Macaca foi horrível.
SÃO PAULO - VELOCIDADE E JOGADA PELAS PONTAS FORAM PONTOS FORTES NA EQUIPE!!!
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| 1-4-4-2 LOSANGAL |
O 1-4-4-2 losangal de Leão teve Dênis ( revelado na Ponte Preta) no gol, Piris pela direita, Paulo Miranda e Rodolfo ( típicos zagueiros rápidos que comentei na análise da Ponte) centralizados e Cortez destruindo na lateral esquerda formaram a linha defensiva. Wellington centralizado ( com muita força na marcação sobre Renato), Maicon pela direita e Cícero pela esquerda com Jadson mais a frente formaram o losango no meio campo. Lucas aberto na direita intercalou entre ser atacante e extremo direito com Willian José no comando do ataque.
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| ENCAIXE PONTEXSP |
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| ENCAIXE PONTEXSP DOIS |
Quando a Ponte mudou para o 1-4-2-3-1, o São Paulo encaixou a marcação com seus volantes e viu seus ataques pelas laterais encontrarem mais espaço por causa da lentidão da cobertura.
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| 1-4-4-2 LOSANGAL DOIS |
Leão mexeu bem para reforçar a marcação e manter o jogo controlado, para isto colocou Casemiro no lugar de Jadson e adiantou Cícero. O jovem volante entrou bem e deu um belo lançamento para a Lucas fazer a jogada do 3º gol. Maicon saiu para entrada de Denilson e João Felipe fechou o lado direito no lugar de Piris.
DESTAQUE - Com certeza Wellington, Lucas e Cortez com maior destaque para o último.
FIASCO - Piris não transmite aquela confiança. Ainda precisa se firmar.
ARBITRAGEM - O árbitro Vinicius Furlan e sua equipe de arbitragem cometeram alguns erros simples, mas cruciais contra a Ponte Preta, como o impedimento de Guilherme que saiu na cara do gol.
GRAMADO - Talvez pelo excesso de calor nos últimos dias, o gramado do Moisés Lucarelli estava ralo e muito duro, fazendo a bola pipocar muito no terreno.
Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. 2 Timóteo 1:7
Um Abraço,















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